domingo, 26 de março de 2017



São informações preciosas que devemos entender e agir. O Trigueirinho e outros, já estão nos indicando essas evoluções. 

Já estão previstas, em planos superiores de consciência, as futuras obras a serem desenvolvidas por esta civilização terrena. Tudo dependerá do trabalho que ela fizer em conjunto com a Hierarquia Espiritual Planetária e do esforço individual que cada um efetue para ir descarregando a própria bagagem. Se bem que tudo esteja totalmente sob controle, que se conheçam todos os rumos a serem tomados, e que já existam tarefas planejadas para os que se autoconvocaram para esse trabalho, há um período de preparação. Erros e arrependimentos sempre existiram; porém, poucos são os que se empenham para conseguir a própria transformação.
Transformar-se não é ajoelhar-se, chorar, pedir perdão e continuar, todavia, com as mesmas faltas. Quem trabalha e quem no amor se desenvolve avança. Transformar-se é cumprir a Lei. Poucos temem a Justiça, pois no fundo creem que, orando e dando pão aos seus irmãos, o céu como recompensa os terá como moradores. Na verdade, dar aos que não têm é dever natural dos que possuem – não existe nisso o mérito que se crê. Com essa prática cumpre-se a Lei, mas não são prêmios o que se recebe em troca. Ao se compreender determinadas Leis, pode-se então conhecer novas, para aplicá-las também. É isso que leva o indivíduo a transformar-se, e não a sua expectativa por resultados ou os seus pedidos de perdão.
As Leis do Cosmos são inalteráveis, e como tal, devem ser inalteravelmente cumpridas. Acaso são premiados por não matar? Se a Lei é não matar, cumpri-a e nada mais.
A Lei da Obediência, por exemplo, poucos de vós a conheceis, pois estais acostumados a viver desordenadamente. A obediência, no plano a que estamos nos referindo, não implica anulação da liberdade, como tantas vezes ouvistes falar. A realidade é diferente. Quando em amor à Lei vos entregais a servir, entregais o que chamais de livre-arbítrio, sem com isso sentirdes uma carga. Vede então que suprema felicidade é o serviço à Lei em amor aos irmãos, que a liberdade que não conheceis e que inutilmente reclamais é trazida pela submissão ao equilíbrio perfeito que dela provém.
Deveis ter em conta que, em nosso plano, o conceito de liberdade é diferente do vosso. Em vosso apego ao mundo material e efêmero, vos perdeis em elucubrações vãs do consciente esquerdo, sem encontrardes a verdade.
Muitos já vivem essa felicidade do serviço à Lei, muitos são os que em sua alma albergam esse sentimento de paz e serenidade que está além das vicissitudes que a vida cotidiana acarreta. Havíamos advertido que o tempo se encurtaria, se estreitaria, e que de vós dependeria que maiores forças surgissem neste último trecho do caminho.
Em vós está o gerador que porá em atividade tais forças, em vós estão as chaves a serem acionadas, em vós está parte do êxito. Toda etapa tem um ciclo e deve cumprir-se, cedo ou tarde. Aquele que se doar acelerará o avanço. Aquele que não se doar permanecerá à beira do rio vendo a barca que já partiu.
Caminhai unidos, diz a Lei. Aumentai vossa fé e ela vos dará a parte de que necessitais – do contrário, que pretendeis? Não cesseis de empregar as vossas forças. Que ocorreria se o planeta Terra deixasse seus contínuos movimentos descansarem? Tudo se perderia. Assim vos digo: não deixeis a fé, pois se o fizerdes tudo se tornará muito mais difícil. Despertai a tempo, caminhai e não diminuais mais a intensidade da vossa marcha.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016


Cartas de Cristo!



              Talvez vocês já devem ter ouvido falar delas! Não tenham receio de ouví-las. Elas são esclarecedoras e estão em consonância com minhas palavras, que tenho levado a vocês. Só agora tive contato com elas, e estou em profundo apredizado. Mas, do pouco que já ouvi, ainda não tive o prazer e a meditação correta para tal, mas estou percerverando, e é disso que lhe recomendo. Abaixo esttá o link do Youtobe, que vocês terão acesso, passem lá e sintam que o que lhesw escrevo tem haver com a procura da Espiritualidade, fora das religiões, e só assim a encontrarão.

https://www.youtube.com/watch?v=R4yzmzVinJM

domingo, 17 de julho de 2016

Jesus foi uma pessoa real?


Este escrito abaixo é uma cópia do trecho de y-jesus.org/portuguese/wwrj/1-jesus-pessoa-rea

Jesus Cristo realmente existiu ou o cristianismo foi criado em torno de uma lenda? Poucos estudiosos questionam a existência de Jesus, mas alguns inimigos do cristianismo estão tentando provar o contrário.
Em um processo contra o Vaticano, a Igreja foi acusada de inventar a história da existência de Jesus. Apesar de o caso ter sido retirado da corte em fevereiro de 2006, o querelante, Luigi Cascioli, apelou, mas o caso foi finalmente fechado. Os argumentos contra a existência de Jesus vieram a público na rede CNN de TV quando Ellen Johnson, presidente dos American Atheists, declarou:
“A realidade é que não existe nem uma vírgula de evidência secular de que Jesus Cristo existiu. Jesus Cristo e o cristianismo se referem uma religião moderna. E Jesus Cristo é uma compilação de outros deuses: Osíris, Mitras, e outros tiveram as mesmas origens e a mesma morte como o mitológico Jesus Cristo”. – Ellen Johnson, ateia
Johnson e um grupo especial de líderes religiosos discutiram a questão, “O que acontece depois que morremos?” em um programa Larry King Live da CNN. O normalmente imperturbável King pausou e refletiu, respondendo depois: “Então você não acredita que Jesus Cristo existiu?” Com um ar de confiança Johnson respondeu: “Não, não existiu. Não é no que eu acredito, simplesmente não existe evidência secular de que JC, Jesus Cristo, de fato existiu”. King ficou sem resposta e foi para uma pausa para os comerciais. Nenhuma discussão de evidência contra ou a favor da existência de Jesus se prosseguiu. A audiência internacional da televisão ficou apenas se perguntando.
Cinquenta anos antes, Bertrand Russell chocou sua geração com o livro Porque não sou cristão onde questionou a existência de Jesus. Ele escreveu: “Historicamente, é bastante duvidoso se Cristo de fato existiu, e se Ele existiu não sabemos nada sobre Ele, tanto que não estou preocupado com a questão histórica, que é por si uma questão bastante difícil”
É possível que o Jesus que muitos acreditam ser real nunca tenha existido? Em A História da Civilização, o historiador secular Will Durant colocou a seguinte questão: “Terá Cristo realmente existido? Será que a história do fundador do cristianismo é o produto da dor, imaginação e esperança humanos—um mito comparável às lendas de Krishina, Osíris, Átis, Adônis, Dionísio e Mitras?” Durant indicou como a história do cristianismo possui “muitas semelhanças suspeitas com lendas dos deuses pagãos”. Mais tarde neste artigo veremos como este grande historiador respondeu suas próprias questões sobre a existência de Jesus. Então, como podemos saber com certeza que este homem, que muitos idolatram e outros amaldiçoam, foi de fato real? Será que Johnson está correta quando afirma que Jesus Cristo é uma “compilação de outros deuses”? E Russell está certo quando ele diz que a existência de Jesus é “bastante duvidosa”?

Mito versus Realidade

Vamos começar com uma questão mais fundamental: O que distingue mito de realidade? Como sabemos, por exemplo, que Alexandre o Grande de fato existiu? Supostamente, em 336 a.C., Alexandre o Grande tornou-se rei da Macedônia com 20 anos de idade. Um gênio militar, este líder belo e arrogante aniquilou vilas, cidades e reinos do mundo greco-persa até dominá-lo por completo. No curto período de oito anos, os exércitos de Alexandre atravessaram um total de 22.000 milhas em suas conquistas.
Foi dito que Alexandre chorou quando ele não tinha mais mundos para conquistar. (Penso que este não é o tipo de pessoa com quem eu gostaria de jogar Banco Imobiliário.)
Antes de morrer aos 32 anos, Alexandre supostamente alcançou mais feitos militares que qualquer um na história, não somente em comparação aos reis que viveram antes dele, mas também os que vieram depois até nossos tempos. Mas hoje em dia, com exceção de algumas cidades com nome de Alexandria, um filme chato de Oliver Stone e alguns livros, seu legado está quase esquecido. De fato o nome Colin Farrell teve mais poder de atração nas bilheterias do que o de Alexandre.
Apesar do fracasso nas bilheterias, os historiadores acreditam que Alexandre existiu por causa de três razões primárias:
  • documentos escritos de historiadores antigos
  • impacto histórico
  • outras evidências históricas e arqueológicas

Documentos históricos sobre Jesus

A historicidade de Alexandre o Grande e suas conquistas militares são tiradas de cinco origens antigas, mas nenhuma delas foram testemunhas oculares. Apesar de escrito 400 anos após a morte de Alexandre, o Vida de Alexandre de Plutarco é o principal relato de sua vida.
Visto que Plutarco e outros escritores estavam separados por centenas de anos dos eventos da vida de Alexandre, eles baseiam suas informações em relatos anteriores. Dos vinte relatos históricos contemporâneos a Alexandre, nenhum sobreviveu. Existem relatos mais tardios, mas cada um apresenta um “Alexandre” diferente, deixando muito para a imaginação. Porém, apesar do intervalo de centenas de anos, os historiadores estão convencidos de que Alexandre foi um homem real e que os detalhes essenciais do que lemos sobre sua vida são verdadeiros.

Mantendo Alexandre como um ponto de referência, notaremos que para Jesus existem relatos tanto religiosos quanto seculares. Mas devemos levantar a questão: será que eles foram escritos por historiadores confiáveis e objetivos? Vamos dar uma olhada.

O Novo Testamento


Os 27 livros do Novo Testamento declaram ter sido por autores que conheciam Jesus ou obtiveram conhecimento sobre ele de outros. Os quatro relatos de evangelho registram a vida e as palavras de Jesus de diferentes perspectivas. Esses relatos foram amplamente analisados por estudiosos tanto de dentro quanto de fora do cristianismo.
O estudioso John Dominic Crossan acredita que menos de 20 por cento do que lemos nos evangelhos são os dizeres originais de Jesus. Mas mesmo este cético não refuta que Jesus Cristo de fato existiu.
Apesar das visões de Crossan e das de alguns outros estudiosos marginais como ele, o consenso da maioria dos historiadores é de que os relados do evangelho nos dão uma figura clara de Jesus Cristo. A confiabilidade dos relatos do Novo Testamento é o tema de outro artigo (consulte “Jesus.doc”), então observaremos fontes não cristãs para responder nossa questão de se Jesus de fato existiu.

Relatos não cristãos antigos

Quais historiadores do primeiro século que escreveram sobre Jesus não tinham intenções cristãs?
Primeiramente, vamos ver os inimigos de Jesus.
Seus oponentes judeus seriam os que mais teriam a ganhar negando a existência de Jesus. Mas as evidências apontam o contrário. “Muitos textos judeus contam sobre sua existência em carne e sangue. Ambos os Guemoras do Talmude judeu fazem referência a Jesus. Apesar de consistirem apenas de algumas poucas e amargas passagens que visam refutar a divindade de Jesus, esses são textos judeus muito antigos que não o indicam como uma pessoa histórica.”
Flávio Josefo foi um notável historiador judeu que começou a escrever sob a autoridade romana em 67 d.C. Josefo, nascido apenas alguns anos após a morte de Jesus, tinha conhecimento da reputação de Jesus tanto entre os romanos quanto entre os judeus. Em seu famoso Antiguidades Judaicas (93 d. c.), Josefo escreveu de Jesus como uma pessoa real. “Naquele tempo viveu Jesus, um homem santo, se ele pode ser chamado de homem, pois realizou trabalhos poderosos, ensinou os homens, e recebeu com prazer a verdade. E ele foi seguido por muitos judeus e muitos gregos. Ele foi o messias”.[Apesar de haver certa controvérsia sobre a redação do relato, especialmente quanto à referência de Jesus ser o messias (estudiosos são céticos, pensando que os cristãos inseriram esta frase), Josefo de fato confirmou sua existência.
E sobre os historiadores seculares que viveram nos tempos antigos, mas não tinham motivações religiosas? Existe atualmente confirmação de pelo menos 19 escritores seculares antigos que fizeram referência a Jesus como uma pessoa real.

Um dos maiores historiadores da antiguidade, Cornélio Tácito, afirmou que Jesus sofreu com Pilatos. Tácito nasceu cerca de 25 anos antes da morte de Jesus e ele testemunhou como o alastramento do cristianismo começou a afetar Roma. Os historiadores romanos escreveram negativamente sobre Cristo e os cristãos, identificando-os em 115 d. c. como uma “raça de homens detestados por suas práticas e chamados geralmente de Chrestiani. O nome deriva-se de Chrestus, que, no reino de Tibério, sofreu com Pôncio Pilatos, procurador da Judeia.”

Se está interessado em continuar lendo vá para y-jesus.org/portuguese/wwrj/1-jesus-pessoa-real/5/


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Existe uma diferença!







                Existe uma diferença muito grande entre o real e o espiritual, e é preciso discernir e entender essas diferenças. O espiritual vem de seu entendimento do que seja a energia do universo, que gera a vida dos seres viventes. Nenhuma vida é excluída da espiritual, mas pode ser do real. A real é todo material, visível, apalpavel. O espiritual tem sua presença invisível, sentida. A brisa você, sente  mas  não apalpa, não segura, é invisível. Uma pedra, você vê, segura, arremessa. Um ser humano você vê, respeita, toca, você “sente” (amor e ódio), é uma mistura do real e espiritual. E você pode separar momentaneamente um do outro, mas não definitivamente; o laço é para sempre, vai fazer parte da sua linha do tempo, das vias que você percorreu, das opções que fez.Por que tudo isso? É para lhe mostrar que nem tudo que é reluz é ouro. Nem tudo que é bonito é verdadeiro, pode estar escondendo um erro. Então,  tudo que se vê, lê e pega,  é preciso discernir se vale a pena  absorver, ou simplesmente coletar e usar mais tarde.
                Meu discernimento de todos os livros que eu li, e de tudo que ouvi, eu resumi no “meu livro” e os tenho como forma de vida. Então, absorvi e entendi que quando Jesus responde ao fariseu, qual era o maior e mais importante  mandamento,  “Amar a Deus, com todo seu entendimento e sua força, e o segundo Amar ao próximo como a ti mesmo” e que todas as Leis e Profetas, dependem  delas; eu me resumi a isso. Se não houver amor a mim mesmo, não amarei a Deus e nem tampouco a outrem. Se não agradecer a Deus por tudo que ele indica e eu faço, não serei um ser espiritual. Se conseguir discernir que, antes de tudo devo agradecer, por todas as criações que faço, então estou ligado diretamente com as energias, as essências emanadas de Deus. Minhas opções são todas baseadas em Amor; todas as minhas escritas e falas derivam disso. Mesmo quando eu digo coisas como “Deus não liga prá você”, o que é uma verdade, faço com amor, pois não se pode querer que Deus lhe dedique sua atenção especial, e tudo que faz seja porque “Deus quis” ou “Deus fez”; e você onde está nisso? Se tudo que faz, é Deus quem faz , onde está sua vida, que pode chamar de “sua”, se é Deus que a faz?
                Quando Jesus, em seus momentos finais, disse “Deus por que me abandonaste?”,  Ele mostrava o quanto Deus não interfere nas suas opções. Jesus, como Espírito , sabe que Deus não interfere (o livre arbítrio impede isso), só quis demonstrar naquela instante seu lado humano e da “não ajuda”  de Deus nas suas opções. Deus demonstra sua ajuda a todos os humanos e seres viventes igualmente, mas não interfere, por que senão não é a sua vida, mas de um robot.
                Deus,  e só Ele, pode interferir na sua vida, quando você a pede, e isto com muita fé, entendimento de sua incapacidade de resolver suas opções, mas dependem de uma crítica de Deus. Ele não mudará nada, mas indicará suas ações. Todas as opções foram dadas e escolhidas por você, então que assuma suas fraquezas, seus erros e retome a vida anterior ao erro, e refaça suas opções. Não jogue para Deus essas atitudes e nem diga que Ele é o responsável por isso. Deus não interfere, mas indica, segue quem quer,  ou entende,  só isso. Deus não é o responsável, pelas mortes, pelos desastres, pelas intolerâncias, pelos sentimentos ruins e/ou bons, tudo faz parte do Universo em funcionamento. Quando tudo isso parar de acontecer, será um Paraíso. Quando parar de dizer que Deus manda em sua vida e você é dependente dela,  você encontrará seu caminho sozinho, sem ninguém por perto, nu, a ponto de tomar suas decisões, sozinho e se amando, para então, aí sim,  conviver com outras pessoas.
                 Deus não pode ser ofendido! Ninguém consegue isso, não existe estrutura espiritual que faça essa ofensa. Nada, mas nada mesmo, conseguirá. Ao criar o Espírito, ele o fez á sua imagem e semelhança, quer dizer: sua imagem é a mesma, um ser invisível aos nossos olhos, mas um ser criado por Deus. Logo não chegará nunca a ser Deus! Não consegue, pois na sua criação não existe esta possibilidade, mas tem a “criação” como diferença dos Arcanjos e Anjos. Esse poder que nenhum outro ser espiritual tem. Assim sendo, nós humano e aliens, fomos criados, não por Deus, mas pelos espíritos criadores.  Deus dá a liberdade a qualquer um espírito e lhes propões exercer esta atividade de uma maneira positiva, mas podendo fazer uma negativa. Só entre seres humanos e aliens, é que se tem um lado oposto e antagônico, que lhe proporciona uma experiência, mas entre espírito isto não existe, no Reino de Deus vive-se num Mundo igual, onde todos são Todos e Tudo. Deus é Tudo, não podendo por isso ser outra coisa. Os espíritos também são, pois foram criados assim, semelhantes. Ao criar um ser humano ou aliens, o espírito está experimentando uma vida restrita, que tem um principio, meio e fim.
                Mas o espírito não vive está experiência, mas sua criação,  a alma, que trás esta linha da vida, para que seja vivida com intensidade e um propósito final. Se o espírito não evolui, ele também não regride, então para que serve a experiência da vida? Não sei, Deus não me disse, mas talvez tenha uma indicação que ainda não descobri. Com certeza está escrito em algum lugar, e essa é a minha luta na espiritualidade, entender tudo isso, discernir o que seja bom, guardar e usar com sabedoria, para minha evolução e do meu próximo.
                Para mim, acumular conhecimento e experiência, é a forma mais racional de Sabedoria. Entender e discernir, é como separar o joio do trigo, no campo é bonito ver de longe, tudo verde. De perto tem-se a visão da diferença entre eles: um é bom e o outro ruim. Cortar os dois juntos, requer separar depois. Cortar o joio primeiro, para depois colher o trigo limpo, é fácil de usar. Entender a diferença entre o joio e o trigo, é o entendimento de conhecer as duas plantas. Discernir é separar as duas, ou antes,  ou depois não importa, mas colher o que é bom e guardar (sabedoria). Usar o trigo e dele fazer várias coisas boas para se comer, é a dádiva que Deus nos oferece e recomenda para usar, criar energias em nosso corpo. O mal uso dela, faz crescer em nós uma maldade sem conceito, pois irá ocasionar em outrem e em nós uma doença. Aí está a experiência, sabe-se os dois lados da coisa, então usa-se a melhor e deixa a outra fora de sua vida, mas tem o conhecimento de eu ela faz mal. Se optar de criar a ruim, estará fazendo algo errado com o intuito de prejudicar a você e a outrem (pecado) e estará sujeito a uma penalidade por isso, enquanto ao criar sempre a boa, não haverá penalidade, mas agradecimentos e louvações. Simples assim.
                É assim que estou levando a minha vida, tentando acertar fazendo sempre o bem. Digo tentando porque vivemos em um mundo dos opostos que nos cobram coisas boas e ruins, por isso é sempre uma tentativa. Quando minha criação dá certo, e muitas pessoas as usufruem , estou interagindo com o outro e sendo uno/duo. A Vontade de Deus se realiza. Quando o que faço, não encontra ressonância nos outros, tenho de me recolher, rever, corrigir e voltar a agir novamente até acertar na recepção das pessoas.

                Enfim, se você se contrapôs da forma explicita, como fez, devo refazer minhas ações, pois elas não foram compreendidas e causaram estranheza. Sinto muito, mas muito mesmo, que tenha lhe causado isto. Não peço desculpas, porque não vejo ofensas, mas um mal entendido, que com o tempo será desfeito. Minha ausência será parte disso. 

terça-feira, 7 de junho de 2016



Deus não pensa em você!



       Porque Ele faria isso? Ele lhe deu o livre arbítrio para que você o alcançasse, o amasse e o entendesse; e se você não está conseguindo não é problema Dele, é problema seu. Ele lhe indica o caminho, se você não o percorre, é problema seu.
Deus, não cuida de você, porque isso tira o livre arbítrio que lhe deu. É você quem tem de se cuidar, e Ele lhe indicou como fazer isso, se não faz...
Deus não importa com você, e isso é duro de ouvir. Como pode se importar se você não faz nada para encontrá-Lo e ainda quer que Ele o ajude? Pare de pedir, mude e agradeça, pois é isso que Ele gosta, mas faça o certo e pare de importuná-Lo.
Enfim uma verdade: Ele de fato o ama. Ele ama a criatura que fez e deu vida, mas se a recíproca não for verdadeira, esse Amor se desfaz. Cuide para não perder essa energia pura.
Não fique brabo por ouvir essas coisas, mas faça reflexão dessas palavras e se encontre.
        Repito tudo que disse, você é quem tem de saber que não pode culpar a Deus pelos problemas que você cria e não resolve; É você quem deve amar a Deus com toda sua força e compreensão e entender que precisa melhorar e deixar de sempre pedir a Deus para consertar.  Deus estará no mesmo lugar que se encontra: no Paraíso. Ele não cuida de você e nem fará nada por você, que você mesmo não faça. A Vontade Dele é que você mesmo resolva seus problemas, que você criou e use o livre arbítrio que lhe deu. Ele lhe indicou o Caminho mais fácil e você procura o mais difícil e ainda quer pedir ajuda? Seja sincero e reencontre o caminho.
Para atingir a Espiritualidade você tem de se afastar de Deus. Ou seja, não ficar querendo o tempo todo que faça as coisas por você ou que Ele conserte as coisas erradas que faz. Não seja preguiçoso e lute para honrar o livre arbítrio que Ele lhe deu.
Deus está em todo lugar e em todos os seres  vivos, independe de raça, cor ou crença. O resto  não é detalhe, somos nós. Se não nos cuidarmos e entendermos que Deus só nos ajudará se formos amorosos e corretos, vamos pro brejo! É duro assim!
       O caminho da Cristificação é longo, demorado e duro, pois nele se encontram as pedras e os espinhos que se devem transcender para que o interno não seja ferido. Em todo esse caminho, Minha Presença é contundente e silenciosa. Não deixo de observar seus passos lentos e rápidos, seguros ou frágeis. O importante desse caminho é a transformação que muitos deixaram para trás, porque surgiu o medo ou o temor de encontrar em suas vidas o poder transfigurador de Meu Coração e de Minha Consciência.Animo-os nestes tempos a cultivarem a santa paciência, a viverem um estado de paz inalterável, que não os tire do lugar que construíram junto a Mim, na união predileta com Meu Coração Misericordioso.
       Ficar de joelhos perante Deus, não é uma boa imagem, ela é ridícula. Pois se somos a sua imagem e semelhança, porque a submissão? Só os fracos se rendem, e não foi assim que Deus nos fez. Em qualquer circunstância, entre elas estar diante de Deus, é olhar de frente e dizer a Deus a todos: Estou Aqui! Isso é totalmente agradável a Deus, pois mostra o quanto você foi capaz de chegar a isso. Mostra toda sua espiritualidade e entendimento, respeito pelo Seu Pai.
Cara, você já se olhou no espelho? Não viu aí estampada a perfeição de Deus? Sua criação em imagem e semelhança! É essa perfeição que lhe permite ver a natureza bela e expressá-la em suas paisagens. Você é a maior criação de Deus,  ou melhor dizendo, todas são, mas nenhuma se iguala ao Espírito Divino, Nós! As Igrejas não são confiáveis, porque elas só querem que você saiba um pouco de tudo realmente. Isso dá a elas o poder sobre você e só lhe dará informações complementares que possam abrir uma luz, mas mesmo assim te controlando.
       A Bíblia também não é uma fonte confiável, já que foi escrita seguindo uma orientação de Paulo, para que não houvesse conflitos com os Judeus; e mais, só foram escritos, tempos depois do ocorrido, e ainda sim, por pessoas que viveram naquela época, mas não vivenciaram os fatos. Mais tarde, houve uma revisão, que ocultou mais ainda esses conhecimentos e aumentando o poder dos religiosos sobre seus seguidores. Daí o motivo de tantas dissidências e criação de várias igrejas e seitas, São todas frutos do egoísmo e da vaidade dos religiosos. A religião só pode se basear em um Mandamento: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” e o segundo é semelhante a esse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Desses dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas. (Mt 22,37-40).

Ora,.., discernindo com Amor, veremos quais são as verdadeiras palavras de Deus e de Jesus!

domingo, 5 de junho de 2016

Temos de tentar seguir este caminho!


Trigueirinho

O gradual despertar da humanidade rumo ao caminho do espírito
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PUBLICADO EM 05/06/16 - 03h00
O aspirante ao caminho espiritual, ao despertar para a realidade interna e reconhecer a verdadeira situação na qual a vida planetária se encontra, pode deixar-se envolver por ilusões e, assim, tentar solucionar problemas que somente podem ser resolvidos por intervenção de uma energia superior. Antes que a paz se instale no interior de um ser, ele pouco pode contribuir para a paz do mundo que o cerca. Antes que ele supere o egoísmo, não pode auxiliar na manifestação do amor e da união entre os homens. Antes que possa penetrar os segredos da criação não pode refletir fielmente o Propósito Divino.

Dois mil anos atrás havia três cruzes no Calvário: numa estava um Ser que corporificava a energia espiritual e divina, na segunda, um malfeitor que nesse Ser reconhecia a Luz, a Verdade e a Vida; e na terceira, outro malfeitor, que repudiava esse Ser.

Do mesmo modo no homem atual existem três níveis de consciência que expressam estados bem definidos: o espírito, que em essência é puro e que espelha a origem divina do homem; a alma, que chega a reconhecer a verdade imanente do espírito, mas, por estar se manifestando no nível da mente, ainda não se encontra totalmente livre de enganos, do assédio de energias não positivas e dos envolvimentos com elas. E o ego, que exprime certas manifestações ainda inerentes à matéria terrestre.

O repúdio lançado ao indivíduo pelo mundo é uma das provas pelos quais os que buscam a Luz devem passar. Nada pode alterar sua disposição para entregar-se à vida interior. A esses Jesus dirigiu as palavras: “Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a Mim antes de vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria, mas do mudo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia.” (João, 15:18) “O mundo odeia-me por que eu testemunho contra ele que as suas obras são más.” (João, 7:7)

Atualmente, quando conjunturas internas propiciam o reaparecimento do Cristo no interior de cada ser, novamente essa sublime energia de Amor encontra pouco acolhimento no coração dos homens. Quantos, diante dos esforços que o ser interno, a alma, realiza para colocá-los no caminho da Verdade, escolhem manter-se distantes desse caminho? Quantos, mesmo sabendo que o que nutre a vida interior está claramente expresso na afirmação de Cristo: “Meu alimento é fazer a vontade d’Aquele que me enviou e cumprir a sua obra.” (João, 4:34), querem penetrar nessa vida levando todavia consigo os prazeres do mundo?

Atualmente, vive-se tempos em que a essência interna de muitos indivíduos clama por entregar-se a realidades mais profundas: “Saí do Pai e vim ao mundo. Agora deixo o mundo e volto ao Pai.” (João,16:28) No entanto, a maior parte da humanidade mantém-se afastada da luz da sabedoria, agravando assim, as disparidades externas e contribuindo para que a vida material se degrade e exprima padrões de conduta primitivos.

Aqueles que verdadeiramente podem compreender o que hoje ocorre no mundo recolhem-se e dedicam-se a um trabalho silencioso de reequilíbrio da vida planetária.

Os puros e os inocentes, os que souberam manter acesa a sua luz, não temem a aproximação da noite: mesmo em meio às trevas podem encontrar o Caminho. São aqueles que compreenderam e seguiram a indicação de Cristo: “O que beber da água que Eu lhe der, jamais terá sede; a água que Eu lhe der virá a ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna”. (João, 4:14)

Para conhecer as obras do autor, acesse o site www.irdin.org.br ou o site www.comunidadefigueira.org.br.

sábado, 28 de maio de 2016

O Espírito de Deus e a Alma Criada!
Se uma só alma se perdesse, Deus não seria Onipotente e Onisciente.

            Este é o título de uma coluna semanal, em um jornal diário, de José Reis, ex-seminarista e um ferrenho Kardecista. Ora a alma não é o Espírito criado por Deus á sua Imagem e Semelhança, é uma essência criada pelo Espírito para dar vida a um corpo humano, portanto Deus não se modifica pela morte da alma. Quando o corpo morre, ela só tem vida naquele corpo, morre com ele. Se, teima em “viver”, fica vagando pelo estéreo sem incomodar a Deus, não causa preocupação  e nem mesmo no Espírito que a criou. O Espírito já retornou de onde veio, para junto de Deus, no seu plano Maior. A alma se apega ao seu plano humano e não quer largar, vai ficar vagando por aí. São estes que entram em contato com os Kardecistas e por eles conversam e veem. No mundo  digital podemos igualar a alma a uma memória RAM, necessária ao funcionamento, mas só isso. O criador (Espírito) da memória Ram (alma) é que sabe o que criou e só isso, se mudar a RAM, a anterior morre (ou pode ser usada em outra mídia, e fará a mesma coisa). A nova RAM poderá realizar mais coisas que a anterior e melhor, e não pode dizer que “reencarnou”, já que é outra. Poderia dizer que “reencarnação” é usar a mesma RAM em outra mídia, mas ela fará exatamente o que foi criada, não modifica e nem evolui, só faz o programado. A alma carrega a linha do tempo, destino de sua vida terrena, e dá pistas ao corpo que direção seguir e/ou que você está desviando da rota traçada. Este é o objetivo da alma e não do Espírito, que não precisa de nada para SER.
            É preciso reconhecer , que todas essas citações Bíblicas  (para confirmação do conceito emitido), têm quer levar em consideração ao tempo em que foram escritos (tempos depois dos fatos) e que em situação viviam para que houvesse essas citações. E mais ainda, todas as modificações introduzidas, sem muito critério teológico, deturpam seus objetivos e escondem suas intenções sociais e morais.
            No resumo, Deus não se importa com que todos nós fazemos, seja para o bem ou para o mal (livre-arbítrio). Não existe nada que possa atingir a onipotência ou onisciência de Deus, por que ELE È. Assim como nós enquanto Espíritos, SOMOS. Do mesmo jeito a alma É, dentro do seu Uso. Os Kardecistas insistem em reencarnação, como evolução, mas isto não é verdadeiro, pois ninguém voltou no mesmo corpo (pode-se dizer que Lázaro não reencarnou, mas, ressuscitou). Reencarnar quer dizer voltar ao mesmo corpo (ou outro igual) mesmo em outra época. Se houver uma volta em outro corpo diferente não se pode dizer que é reencarnação, mas uma experiência nova, não de coisas passadas. Repetir a mesma experiência não dá evolução, a não ser que ela ficou interrompida e agora dá continuidade. Mas devemos entender que a falta de conclusão de uma experiência não produz resultado, pois não foi concluída, e voltar para acaba-la não é necessariamente uma evolução, mas uma continuidade.
            A minha exposição se baseia em máxima que diz: “se uma coisa È, não pode ser outra coisa”. Se DEUS É, seu Espírito criado também É. Sendo assim o Espírito não pode ser inferior ao que É. Mas pode criar um que seja menor, a Alma, e fazê-la do jeito que quiser. A brincadeira de Deus ao criar um mundo diferente do Espiritual, é que vindo, não pode usar toda magia que possui. Por que assim não experimenta nada. E aí quem experimenta é a alma e não Espírito. A alma trás todo o registro a ser experimentado, senão você ficaria desorientado, sem saber o que escolher, para onde ir, e o que fazer. Precisa de um registro a seguir. Por isso fiz a comparação com a memória RAM. Atento ao seu comentário, faço as seguintes observações: Não se trata de ouvir, se trata de uma constatação. Se o Espírito foi criado á Imagem e Semelhança com Deus, porque ele seria defeituoso? E como ele se torna defeituoso ao vivenciar uma experiência humana? O Espírito criado por Deus é perfeito. E então como ele vivendo em um corpo humano, se corrompe? Não podendo se corromper é outro que se corrompe: a alma. Estudar é bom, mas entender e discernir, é melhor. A alma é um espírito criado pelo seu Espírito, e embora não goste da comparação moderna, é sim uma memória RAM, onde está registrada toda a sua linha do tempo, embora você não ache que isto seja verdade. Mas veja, como explicar então, que você tenta escutar a sua alma (introspecção) para seguir em frente? Isso acontece quando seu corpo faz uma coisa e alma registra outra. Seu corpo usa a causa material e a alma o espiritual, e essa contradição é que gera conflitos e depressão. Sua visão é a perfeita imagem da alma de sua Mãe, por isso a viu. O espírito dela, ou seu, ou meu, não tem nenhuma semelhança com um ser humano. O Espírito não precisa vivenciar, uma experiência humana, se não quiser. Ele o faz para conhecer o lado oposto de uma vida que ele não pode vivenciar enquanto Espírito.
            Impossível Deus criar algo com defeito ou parcialmente, para que haja evolução do Espírito. Deus É, não podendo ser outra coisa. Seus Espíritos criados á sua Imagem e Semelhança, São, então não podem ser outra coisa, senão uma entidade espiritual perfeita. A encarnação, para experiências humanas, só acontece por que o Espírito cria uma entidade espiritual: a Alma. Nela vem gravada toda sua linha do tempo, e não tem evolução a pagar porque morre junto com o corpo. Se não aceitar o fato, fica vagando pelo etéreo até que seu criador possa lhe dar o ultimato final. É essa alma, que vemos ou entramos em contato. Se fosse o Espírito criado por Deus que para aqui viessem, esse mundo não seria o que é hoje e nem haveria tanta violência. A Verdade É uma só, as variáveis são humanas. Simples assim.
            Mas precisamos entender a criação do Espírito por Deus. Deus não necessita de Espíritos para sua geração de ações, para isso ELE tem seus Anjos, Arcanjos (são Sete = e sete são os Dons Divino, coincidência? Citados em minha oração de cura) , Querubins e Serafins. Cada qual com sua serviência e capacidade, nada mais nem menos, Sâo. Então não podem ser outra coisa. Os Espíritos, criados á Imagem e Semelhança de Deus (seu criador), são Tudo, sabem Tudo, têm Tudo e não precisam de Nada.  E chegar aonde?SÂO. Não podendo ser outra coisa, como seriam os espíritos de humanos ou aliens? E para que foram criados? Por que Deus precisa criar um espírito para dar vida a seres materiais, se não podem aplicar suas essências neles? Por que ao serem Tudo os serres humanos seriam exatamente iguais aos Espíritos e não haveria esta necessidade. Entretanto, surge aí uma questão: como os espíritos saberiam se seus conhecimentos seriam feitos materialmente e assim, suas experiências realizadas? Através de uma criação especifica para isso: um espírito menor (Alma) com suas limitações e capacidades, tal qual os anjos, querubins e serafins. Feita exclusivamente para dar vida a uma matéria sem os totais conhecimentos dos Espíritos.Ao criar a alma, fica tudo explícito no contexto, sua imagem, cor, altura, perfeito ou não, com muita capacidade intuitiva ou não, tudo determinado na hora da criação desta alma  Sendo assim ela contém sua “linha do tempo” (destino) que deve seguir, experimentando todas as coisa, escolhendo todas as opções. Enfim conhecer o que é certo e o que é errado.
            Fica mais plausível esta conclusão do que dizer que o Espírito precisa de evolução para estar junto de DEUS. Se ele sabe Tudo como poderá evoluir? E chegar aonde? Nunca serão Deuses, se Deus não quiser que sejam, e não serão!
            Explicando a todos que, de uma maneira ou outra, fizeram observações sobre minha exposição. Esqueça-se de tudo que leram ou ouviram. Comecem pelo princípio: Em Jo, 1,1-5+9-10+17-18; 3,3-7; 5, 19-21 (aqui vemos que, Deus criou Jesus (espírito) e Este dá vida a quem quer (alma). É aqui que está meu princípio de que DEUS É (não sendo outra coisa) e Jesus É, por que foi criado por Deus (sabe o que sabe, mas é por Ele criado) e que todas as suas criaturas SÃO, por que são criaturas abençoadas por intermédio de Deus, mas não criadas por Ele. Jo 5,24-30+36-39; 6,37;63; 8,24-27+57; 10,29-30; 13,19-20+34-35. 14,6-7; Extraído da Bíblia de Jerusalém. Não transcrevo os relatos, pois obriga a leitura e ai podem entender.
            Assim, eu  suponho como o Nosso Espírito  realiza suas ações, através da alma (já que não pode executá-las, pois isso contraria o livre-arbítrio) tem de haver  outro caminho a ser seguido ou  tomado, que o faça: a alma. Como ela é programada e criada pelo espírito, ela não contém todas as Sabedorias e Conhecimentos dos Espíritos, só o que foi programado, sendo assim não há interferência do espírito na alma, e ela pode dar vida a um corpo humano. Se sua programação a faz “viver” intensamente, ela pode não aceitar a morte do corpo, e não aceitar a sua própria “morte”. Ao não “morrer” só resta a ela, na sua incompreensão< ficar vagando por aí, no etéreo.
            Quanto a evolução do espírito, como se pode crer em  evolução de uma coisa já perfeita? Não tem nada referenciado nas escrituras e nem na ciência. Pois se a ciência faz de uma certeza, uma verdade, ela própria não consegue explicar a diferença entre espírito e alma. Não porque não pode, mas porque isso é tão obvio (visto nas entrelinhas) que não merece citação. Ou porque é algo tão anormal que chocaria a todos saber que sua alma não tem salvação, por mais que faça o certo e o bem. É a mesma coisa de dizer, porque as pessoas boas morrem e as que praticam ruindades vivem por mais tempo. Ou por que uma pessoa nasce sã e outra com algum defeito. Essas explicações têm a haver com seu livre-arbítrio e o desejo das experiências. Se isto fosse uma aberração no mundo, Jesus com todo o seu Poder, já teria feito uma modificação e tudo seria diferente. Ele, Jesus, não pode interferir em uma vida, a não ser para demonstrar sua Divindade, curando-as ou mostrando o que se pode fazer quando solicitado (pedido) com muita honestidade, sinceridade  e confiança.